As ruas lotadas são vazias Cheias de indiferença Carros silenciam as vozes O silêncio grita entre as mentes As minhas referências me desviam do caminho Perdido na reta Me encontro nas irregularidades da vida A nostalgia do que nunca aconteceu me corrói Não paro de viver a ausência daquilo que nunca tive A saudade de algo que não vivi A morte de quem ainda não existe O antes farto se faz escasso A presença ausente conforta O abrigado ao relento O desabrigado acolhe-se Refém no cativeiro das minhas liberdades Livre na prisao das minhas escolhas Presente diante a inexistência Olho a imensidão Não vejo nada Toco o nada Sinto tudo
Um blog para colocar tudo que der na cabeça. Sem tema definido podendo ser postado tudo que seus autores quiserem. Sem regras ou limitações.